Blog destinado à comunicação entre CRF e funcionários da Fundação Florestal

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O CRF vem esclarecer alguns fatos referentes aos rumores da transferência de local de trabalho dos funcionários sediados no Horto Florestal.

Durante a visita do recém empossado Secretário Estadual de Meio Ambiente, Ricardo Salles, membros do CRF tiveram a oportunidade de expor uma carta e apresentar algumas instalações, o salão da Diretorias Técnicas e o prédio da DAF. O Secretário também visitou diferentes instalações do IF e infelizmente não visitou, ainda, a casa 32, onde as condições laborais estão há certo tempo inadequadas e insalubres (para não dizer péssimas).

Na reunião convocada pelo DE no último dia 9, também com intenção de sanar boatos de que o Secretário pretende transferir a sede da FF para outro endereço, o Diretor Executivo - Dr. Paulo Santos Almeida, informou que uma das primeiras iniciativas do Secretário foi, de fato, iniciar um estudo para melhoria da eficiência da gestão pública da SMA, na qual entre as propostas em análise está a possibilidade de transferência dos órgãos - IG, IF, FF - para outro endereço, a fim de que melhor se integrem.

Ocorre que, por maledicência ou falta de informação, alguns funcionários têm atribuído tal fato às ações do CRF. É evidente a inexistência de qualquer fundamento nessa afirmação.

Diante do exposto, esclarecemos aos funcionários que, nesse processo, o CRF nada mais fez do que cumprir seu papel em busca de melhores condições de trabalho para todos.

É preciso evidenciar ainda que a situação em que nos encontramos é reflexo da falta de compromisso, do desrespeito com os funcionários, e do descaso com a instituição. Situação essa que esperamos seja revertida pelo Secretário.

Por fim, seja qual for a situação que se apresente, o CRF continuará em busca das melhores condições de trabalho para os funcionários que dedicam suas vidas para a instituição e seguem firmes na batalha.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Não se trata de ensinar o padre a rezar a missa... mas....

Belezas das nossas áreas protegidas são destaque em revista
Monumento Natural Pedra do Baú: destaque da revista

Você já ouviu falar da Revista Cidade & Cultura? É um projeto interessante realizado por cidades ou regiões que resgata o patrimônio histórico e cultural do município, valorizando a criação artísticas local, preservando o meio ambiente, incentivando e gerando aumento da atividade econômica por meio do turismo sustentável.

Nas duas últimas edições da revista as áreas protegidas do Estado de São Paulo localizadas na Baixada Santista e Serra da Mantiqueira foram destaque, sendo evidenciada suas belezas naturais e atrativos históricos e gastronômicos entre outros, demonstrando a importância que possuem nos contextos econômicos regionais do turismo.

As Unidades de Conservação paulistas são locais ideais para realizar caminhadas ao ar livre, observar e apreciar a natureza, fotografar, realizar um passeio com a família e etc. No site da revista você poderá conhecer um pouco mais dessas áreas e como visitá-las.

Quer saber mais?

São Paulo possui mais de 94 áreas protegidas espalhadas por todo o Estado. Encontre seu Parque e visite!!! Acesse o site da FF clicando aqui.

ATENÇÃO

Gostou da matéria? Acha que esse deveria ser o tipo de conteúdo divulgado no site da Fundação Florestal, um de seus principais meios de comunicação? Pois é...

Em 08 de agosto, foi veiculada no site da FF uma chamada denominada “Ecocenários”. Apesar do nome, é um link para duas matérias de revistas de moda que utilizaram as UCs como cenário para suas modelos. Uma das atrizes atua em uma das principais emissoras de televisão do país, também editora das respectivas publicações/revistas.

Tendo em vista a divulgação, não restam dúvidas de que houve autorização institucional para tal produção, incluindo custos da locação, tudo conforme a legislação preconiza. Até aí, nada contra!

A estranheza, entre vários funcionários, foi verificar que o conteúdo da matéria difundida, com fotos e ‘poses sensuais’, não possuí nenhum contexto com o a temática ambiental, afinal um dos “ecocenários” era o histórico e importante Caminhos do Mar/Estrada da Maioridade- conhecida como Estrada Velha de Santos, que liga os municípios de São Bernardo do Campo e Cubatão, interior do Parque Estadual da Serra do Mar.

Afinal, qual o propósito em divulgar este tipo de conteúdo que não educa e nada acrescenta à reflexão e educação ambiental? Seria essa uma nova estratégia de sensibilização para atrair o público para as UCs?
Enfim, parece que a coisa “não pegou bem” e parte do conteúdo foi retirado do ar (incluindo fotos sensuais), mas não a totalidade da matéria. Veja aqui.

Se queremos consolidar um sistema fortalecido de áreas protegidas, é preciso repensar as estratégias de comunicação, incluindo a nobre missão em divulgar notícias ambientais relacionadas às UCs.

Não acredita no que estamos falando? Clique aqui e veja você mesmo.

Deixamos as questões e respostas para nosso dirigentes e assessoria de comunicação...

terça-feira, 29 de setembro de 2015

RESULTADO DA PESQUISA “COMO ESTÁ SEU VALE REFEIÇÃO?” É INDIGESTO

Desde o dia 11 de setembro está no ar a pesquisa sobre a situação do Vale Refeição da Good Card nas várias unidades da Fundação Florestal.

Especificamente, a pesquisa busca traçar um panorama sobre os problemas encontrados pelos funcionários na hora das refeições, como a disponibilidade de estabelecimentos que aceitam o cartão, se há e quais são os problemas encontrados ao utilizar o Good Card, se há um eventual acúmulo do benefício por conta da falta de estabelecimentos, se o valor recebido no benefício é suficiente para todas as refeições (almoço) do mês, nos dias trabalhados, e se os funcionários têm sugestões sobre o assunto.



Segundo os resultados, 90% dos participantes afirmaram ser INSUFICIENTE o valor oferecido pela FF para o Vale Refeição. Esse resultado confirma a grande defasagem do benefício que recebemos, como já relatado na matéria “O almoço nosso de cada dia...que dificuldade!”.



A grande maioria dos participantes (94%) relatou problemas com o cartão (Gráfico 1). Sendo que grande parte dos problemas relatados se relacionava ao descadastramento de estabelecimentos que aceitam o cartão e com a falta de cadastramento de novos estabelecimentos.

Um grande problema, também relatado pela maioria dos funcionários, foi a escassez de restaurantes que aceitam o benefício no estado, considerando que a pesquisa recebeu respostas das regiões do interior, litorais e capital.

Outra questão foi a grande distância percorrida para encontrar um estabelecimento que aceite o cartão na hora do almoço. Alguns participantes informaram que o estabelecimento mais próximo à unidade de trabalho está há mais de 20km de distância!!!

Ademais, vários participantes observaram que os estabelecimentos credenciados, ou os que já o foram, alegam que a empresa Good Card possui taxas muito altas, não tem uma rede ampla de usuários e não paga os valores aos estabelecimentos nas datas definidas, sendo, portanto, difícil manter-se credenciado.

Vários relatos indicam que a rede credenciada da Good Card traz, em sua grande maioria, padarias e pizzarias, o que impossibilita ainda mais a utilização do Vale Refeição na hora do almoço. Em diversas regiões do estado, somente estabelecimentos dessas categorias foram encontrados pelos funcionários. O mapa disponível no site da empresa confirma essas informações (Mapa de Estabelecimentos).


Um total de 17% dos participantes relatou que não consegue utilizar o cartão e que, por isso, há um acúmulo do benefício. O quadro bastante limitado da rede credenciada da empresa é, provavelmente, o causador desse imblóglio. Outrossim, cerca de metade dos participantes afirma (49%) que a situação do cartão é precária e que são poucos os lugares que o aceitam.

Diversas sugestões de melhorias foram oferecidas pelos funcionários, como: a modernização do cartão, passando a ter chip, o que facilitaria o uso em outras máquinas, aumentado a segurança do mesmo; a realização de uma nova licitação, para a troca da empresa fornecedora do benefício; uma maior difusão para o credenciamento dos estabelecimentos e maior atenção quanto à aceitação da bandeira em diversos estabelecimentos entre os municípios onde estão abrangidas as Unidades de Conservação, não se restringindo à Sede em São Paulo; e o aumento do valor do benefício.

A pesquisa teve a participação de 90 funcionários.

O resultado da pesquisa reforça aquilo que o CRF vem procurando demonstrar, reiteradamente e através de informações claras: a FF precisa dar URGÊNCIA ao aumento do benefício e à revisão da situação da empresa contratada para oferecê-lo via cartão, dando a prioridade devida à saúde, bem estar e qualidade de vida dos trabalhadores da Fundação Florestal.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A gota... ou melhor... o balde d’água fria

É com pesar que constatamos no Diário Oficial de sexta-feira, 4 de setembro de 2015, a recontratação do dentista Carlos Scandiuzzi para o cargo de chefe de unidade de conservação da Fundação Florestal.

Esse mesmo dentista foi denunciado pela reportagem do Estadão como um dos casos de aparelhamento político da nossa instituição.

Para alívio imediato, nesta quinta-feira, saiu a publicação no Diário Oficial da rescisão contratual. Menos mal que o erro tenha sido corrigido.

Entretanto, esse episódio causa desmotivação e descrédito dentro da instituição, pois após um período conturbado, acreditamos que essa nova gestão aparentava estar preocupada com critérios para contratação de funcionários.

É sabido que a admissão de um funcionário percorre (ou deveria percorrer), no mínimo, três setores da Fundação Florestal, a saber:
  1. Diretoria Regional/ Gerência – que seleciona o funcionário mais apto a assumir a gestão de uma UC;
  2. Diretoria Administrativa- financeira / Gerência de recursos Humanos – que solicita documentação entre outros trâmites administrativos, e analisa a contratação;
  3. Diretoria Executiva – que concorda e efetiva a contratação.
Em uma análise simplista, após esse fato, fazemos as seguintes perguntas:
  1. Nesses diferentes setores não foram identificados os problemas tão evidentes nessa recontratação?
  2. O Diretor Executivo não foi alertado do histórico estritamente político do cidadão, para um cargo que deveria ser essencialmente técnico?
Temos aqui um grave problema estrutural dentro da instituição, que como pudemos observar, independe das boas intenções de quem ocupa a cadeira de Diretor Executivo, podendo ser efetivamente corrigida apenas com a institucionalização de critérios para a contratação de cargos comissionados.

Não é à toa que os funcionários incluíram em sua Campanha Salarial o eixo 4, que reivindica: definição de critérios técnicos, públicos, transparentes e responsáveis para a contratação de cargos comissionados.

Após esse tapa na cara de todos os funcionários que ainda acreditam na instituição, já era hora da direção da Fundação Florestal assumir uma postura mais propositiva em relação à esse item, que não depende de orçamento ou recursos financeiros para implantação.

Depende apenas de um posicionamento firme e diligente, com o qual estamos dispostos a colaborar.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

CRF se reúne com novo diretor administrativo financeiro

O CRF se reuniu no dia 13 de fevereiro com o novo Diretor Administrativo e Financeiro, Sr. José Toledo Marques Neto.

Os benefícios aos trabalhadores da Fundação Florestal foram uma das pautas discutidas. O CRF solicitou ao diretor que oriente a Gerência de Recursos Humanos para que divulgue e mantenha atualizada uma relação dos benefícios que os funcionários têm direito de usufruir. Recentemente o CRF descobriu benefícios interessantes, como pode ser observado nos links: http://goo.gl/UJbTIbhttp://goo.gl/M9Sh1V.

O CRF também aproveitou a oportunidade para reapresentar a proposta de parceria com o SESC, o que beneficiaria funcionários em todo o estado paulista.

Outro assunto tratado foi a questão do Cartão Refeição Good Card. Além de já ser conhecido que o valor depositado está aquém dos praticados no mercado, foi destacado os problemas com a utilização do mesmo. Em pesquisa preliminar o CRF verificou que mais de 82% dos estabelecimentos listados pela empresa não aceitam a bandeira.

Entre as prioridades da pauta do CRF foi a necessidade de implantar o Plano de Cargos, Carreiras e Salários. Os conselheiros destacaram que esse assunto será abordado constantemente pelo CRF e que estudos tem sido realizados no sentido de contribuir com essa importante discussão. Também foi solicitado a criação de e-mail institucional para o CRF; acesso ao SIGAM e uso dos serviços de malote.

Além do exposto acima, foram relatados os problemas de manutenção predial e reforma da casa 32 - assunto já documentado pela gestão da CIPA de 2014 - onde trabalham os funcionários do Núcleo de Regularização Fundiária, Educação Ambiental, RPPN e setor de Engenharia.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

FF tem novos diretores e velhos desafios

Foi publicado no Diário Oficial (veja na página Deu no DO) os nomes de José Toledo Marques Neto, junto à Diretoria Adjunta Administrativa e Financeira, e Luiz Ricardo Viegas de Carvalho, para responder pelo expediente da Diretoria Adjunta para Baixada Santista, Litoral Norte, Vale do Paraíba e Mantiqueira.

O CRF deseja boas vindas aos Diretores e, diante dos inúmeros desafios que a instituição terá de enfrentar, coloca-se à disposição para contribuir com a nova gestão.

No caso do Sr. Toledo, especificamente, podem ser citados como desafios urgentes a regularização dos cargos em comissão da instituição, com destaque para a função de Chefe de Unidade. O CRF apurou, com base em informações disponíveis no Portal da Transparência (dezembro/ 2014), que existe um déficit atual de cerca 29 UC sem um gestor designado especificamente para sua gestão. Ao mesmo tempo, 51 funcionários acumulam a gestão de duas ou mais UC.

Ao se verificar a relação dos agentes públicos da Fundação Florestal nesta função, constatou-se que cerca de 20% dos cargos de Chefe de Unidade estão ocupados por profissionais designados para cumprir outras funções, inclusive em outras instituições.

Outro aspecto que merecerá atenção será a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários da Fundação (existe uma versão aprovada na 19ª Reunião Extraordinária do Conselho Curador - maio de 1998 - veja o documento em http://goo.gl/OO82u9). Em estudo preliminar no qual foram analisadas as remunerações iniciais e finais, médias salariais e valores pagos no mercado e em outros órgãos públicos, o CRF verificou que os funcionários em cargo/função permanente da FF (Agentes de Recursos Ambientais, Guarda-Parques, Técnicos e Analistas de Recursos Ambientais), possuem salário muito inferior ao praticado em outros locais.

O problema não se resume, contudo, ao baixíssimo piso salarial. A ausência de um instrumento para progressão funcional/salarial tem contribuído não só para a desmotivação de todo o quadro funcional, mas também tem levado a perda de valiosos funcionários aprovados em concurso público – em alguns casos, os aprovados em concurso nem sequer assumem a vaga. Como exemplo deste quadro, podemos citar ainda a existência de 88 cargos permanentes vagos, conforme informação obtida em fevereiro de 2015 no Portal da Transparência.

Veja no link a tabela com as comparações salariais realizadas pelo CRF (http://goo.gl/kqfgMt).

Esses são alguns dos aspectos que o CRF pretende pautar junto à Direção da FF no sentido de construir uma instituição forte, que valorize e respeite seus funcionários, podendo assim cumprir sua missão.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

CRF se reúne com Diretoria Administrativa Financeira

Sete representantes dos funcionários (lotados na capital) reuniram-se nesta manhã (29 de janeiro) com o Diretor Administrativo Financeiro da Fundação e com os representantes do Setor de Contratos e do Setor de Tecnologia da Informação.

A DAF apresentou ao CRF as estratégias que tem sido utilizadas pela diretoria para sistematizar e disponibilizar as informações dos contratos estabelecidos pela instituição.

O responsável por este trabalho explicou como funciona o acesso à pasta, que, por enquanto, só pode ser acessada por funcionários que trabalham na sede de São Paulo.

As informações podem ser acessadas na rede pública de computadores, pasta "Contratos e Aditamentos Digitalizados".

Lista de presença da reunião: http://goo.gl/1jZ2Db