Prezados colegas e frequentadores deste Blog,
Novamente a Fundação Florestal, a SMA e seus dirigentes apareceram em veículos de comunicação.
Veja nos links abaixo:
http://ciencia.estadao.com.br/blogs/herton-escobar/fundacao-e-instituto-florestal-serao-transferidos-do-horto/
http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2016/09/governo-alckmin-quer-desmontar-institutos-de-pesquisa-para-vender-terrenos-8614.html
http://www.secovi.com.br/condominios/noticias/secretario-estadual-de-meio-ambiente-promete-trazer-senso-de-razoabilidade-para-a-pasta/11546/
http://www.folhadedourados.com.br/noticias/brasil-mundo/republica-de-rio-claro-cai-na-corregedoria-de-policia-de-sp
Blog destinado à comunicação entre CRF e funcionários da Fundação Florestal
Blog destinado a manter um canal de diálogo entre funcionários, sociedade e o CRF
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quinta-feira, 29 de setembro de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Carta aberta sobre a ameaça de desmonte da Educação Ambiental no Estado de São Paulo - AEAESP
Entendendo a gravidade do momento, este CRF publica a "Carta aberta sobre a ameaça de desmonte da Educação Ambiental no Estado de São Paulo" da Associação dos Especialistas Ambientais do Estado de São Paulo – AEAESP e os Executivos Públicos Associados do Estado de São Paulo - EPAESP.
Carta aberta sobre a ameaça de desmonte da Educação Ambiental no Estado de São Paulo
Carta aberta sobre a ameaça de desmonte da Educação Ambiental no Estado de São Paulo
A Associação dos Especialistas Ambientais do Estado de São Paulo – AEAESP e os Executivos Públicos Associados do Estado de São Paulo - EPAESP vêm a público manifestar preocupação com a ameaça de desmonte da Educação Ambiental no Estado de São Paulo e, em última análise, da Política Ambiental no Estado.
Em anúncio realizado pelo Secretário Adjunto da SMA, em 24 de agosto de 2016, foi manifestada a intenção de remanejar o corpo técnico da Coordenadoria de Educação Ambiental - CEA para a Coordenadoria de Fiscalização Ambiental e CETESB, a fim de contemplar as demandas e prioridades estabelecidas pela atual gestão do Secretário do Meio Ambiente, Sr. Ricardo Salles: fiscalização e licenciamento.
A forma abrupta e premente como o anúncio foi realizado; a falta de orientações para os funcionários sobre os possíveis impactos dessas mudanças nos seus direitos, benefícios e no desenvolvimento na carreira; além da demonstração de uma iminente redução da complexa agenda ambiental existente no Sistema Ambiental Paulista a uma única perspectiva de comando e controle, bem como a falta de informações sobre a continuidade dos trabalhos desenvolvidos pela CEA e sobre a efetivação de suas atribuições legais; reforçam a apreensão sobre os riscos de enfraquecimento do quadro técnico da secretaria e de uma possível desestruturação e desarticulação das políticas ambientais em vigor na Pasta.
Promover a Educação Ambiental e a conscientização pública para a preservação, conservação e recuperação do meio ambiente, assegurada a participação da coletividade, é dever do Poder Público, instituído pelas Constituições Federal e Estadual e pelas Políticas Nacional e Estadual de Educação Ambiental. No Estado de São Paulo e na estrutura do Sistema Ambiental Paulista, esta obrigação está sob a responsabilidade da CEA, conforme Decreto nº 57.933/12.
A CEA é, portanto, o órgão que tem como principal atribuição promover a execução da Política Estadual de Educação Ambiental (Lei nº 12.780/2007), tendo o papel fundamental de integrar e articular as políticas públicas para a educação ambiental no Estado.
Atualmente, as ações da CEA envolvem, entre outras: a elaboração e coordenação do Programa Estadual de Educação Ambiental na Gestão de Resíduos Sólidos; a articulação para implementação de ações no Plano de Trabalho Integrado com a Fundação Florestal, voltado às unidades de conservação, conselhos e capacitação de gestores de UC; o apoio aos municípios para o desenvolvimento de diretrizes e ações de educação ambiental; a Comissão Permanente de Educação Ambiental, com a participação de todos os órgãos do Sistema Ambiental Paulista, a articulação com os Comitês de Bacia Hidrográficas, sendo, ainda, agente técnico do FEHIDRO para análise de projetos de educação ambiental custeados com recursos do fundo; além do atendimento contínuo ao público, com informações, orientações e doações de publicações na área ambiental.
No último ano, a CEA retomou o processo para regulamentação da Política Estadual de Educação Ambiental, com vistas a: instituir o órgão gestor da Política, a ser compartilhado entre a SMA e a Secretaria de Estado da Educação; criar uma Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental, com a participação da sociedade civil; e discutir a implementação de um Programa Estadual de Educação Ambiental.
É importante lembrar que o restabelecimento da Educação Ambiental com status de Coordenadoria na SMA, em 2008, foi fruto de conquistas históricas no âmbito do Sistema Ambiental, referendadas pela luta de um movimento de participação e envolvimento da sociedade civil e do poder público para construir uma política pública de educação no Estado. Abrir mão deste processo é um retrocesso e representa a falta de compreensão sobre a importância da educação ambiental em um sistema de meio ambiente sério e legítimo, enfraquecendo ou podendo inviabilizar suas ações.
O cenário que se desenha sob a atual gestão da Secretaria, a partir deste episódio, nos coloca em situação de alerta e suspeita sobre os rumos que serão dados à Política Ambiental no Estado de São Paulo e, ainda, nos direciona a observar estas ações sob a ótica dos princípios da administração pública, como a legalidade, a moralidade, a razoabilidade, a continuidade e o interesse público.
A AEAESP e a EPAESP, neste sentido, contam com a mobilização e o apoio de toda a coletividade e estão empenhadas para que os direitos dos servidores públicos sejam garantidos e as conquistas da sociedade para a construção coletiva do direito ao meio ambiente sadio sejam pautadas por valores democráticos e éticos, em salvaguarda da justiça ambiental e da transparência no trato da coisa pública.
Associação dos Especialistas Ambientais do Estado de São Paulo - AEAESP
Executivos Públicos Associados do Estado de São Paulo - EPAESP
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Falecimento do Beto de Bananal - um grande coração que se vai
É com tristeza que comunicamos o
falecimento no dia 22 passado, do funcionário público do Instituto
Florestal, José Roberto Alves Suarez - o BETO - integrante da equipe da Estação
Ecológica de Bananal.
Beto iniciou sua missão no Núcleo Caraguatatuba do PESM, em 25/02/1994, ingressando por concurso público na carreira de auxiliar de apoio a pesquisa, trabalhando e executando funções administrativas, de atendimento público, educação ambiental, proteção e fiscalização (atividade que exerceu com rigor e precisão) sempre bem humorado. Foi ali que fez escola com os guardas-parque mais experientes com quem trabalhou, aprendiz como poucos dos "macetes" da nobre função e da floresta que devia ser protegida. Sempre foi ativo nas inúmeras operações conjuntas e era um reforço fortificado, sempre disposto e solicitado por seus pares de outras UCs.
Merecidamente, depois de uma longa história, foi designado gestor da EE Bananal, entre 2008 e 2013. Empenhou e desempenhou funções diversas, sempre trabalhando pela conservação, razão pela qual era muito respeitado por colegas de trabalho de diferentes níveis hierárquicos, tanto no IF como na FF, por profissionais da pesquisa e da academia, além da comunidade do município que admirava o incansável servidor engajado na defesa do patrimônio natural da Estação Ecológica.
Desta forma, recebeu a honraria de ser reconhecido e condecorado com o título de “Cidadão Bananalense” pela Câmara Municipal de Bananal, em 18/03/2010.
Em razão de seu envolvimento, persuasão e sensibilidade, além de bom observador da natureza, descobriu dois anfíbios, que enriqueceram os registros da ciência e da lista de fauna da EE Bananal, sendo um deles classificado como Partelmatobios gaigeae, cujo nome popular é sapo da barriga vermelha, mas na realidade uma redescoberta. O outro, Holoaden suarezi, homenageia o autor da descoberta.
Veja a matéria aqui.
Foi laureado pelo Prêmio Mário Covas, em maio de 2014, na categoria Inovação e Gestão Estadual, por seu trabalho “Iniciativa de Gestão Participativa da Estação Ecológica de Bananal” pela “integração social, responsabilidade ambiental e maior eficiência na proteção de UC na Serra do Mar".
Beto seguiu a trajetória e a escola da conservação ambiental, trabalhou muito, cumpriu sua missão e agora merece descansar em paz. BOM DESCANSO!
Beto iniciou sua missão no Núcleo Caraguatatuba do PESM, em 25/02/1994, ingressando por concurso público na carreira de auxiliar de apoio a pesquisa, trabalhando e executando funções administrativas, de atendimento público, educação ambiental, proteção e fiscalização (atividade que exerceu com rigor e precisão) sempre bem humorado. Foi ali que fez escola com os guardas-parque mais experientes com quem trabalhou, aprendiz como poucos dos "macetes" da nobre função e da floresta que devia ser protegida. Sempre foi ativo nas inúmeras operações conjuntas e era um reforço fortificado, sempre disposto e solicitado por seus pares de outras UCs.
Merecidamente, depois de uma longa história, foi designado gestor da EE Bananal, entre 2008 e 2013. Empenhou e desempenhou funções diversas, sempre trabalhando pela conservação, razão pela qual era muito respeitado por colegas de trabalho de diferentes níveis hierárquicos, tanto no IF como na FF, por profissionais da pesquisa e da academia, além da comunidade do município que admirava o incansável servidor engajado na defesa do patrimônio natural da Estação Ecológica.
Desta forma, recebeu a honraria de ser reconhecido e condecorado com o título de “Cidadão Bananalense” pela Câmara Municipal de Bananal, em 18/03/2010.
Em razão de seu envolvimento, persuasão e sensibilidade, além de bom observador da natureza, descobriu dois anfíbios, que enriqueceram os registros da ciência e da lista de fauna da EE Bananal, sendo um deles classificado como Partelmatobios gaigeae, cujo nome popular é sapo da barriga vermelha, mas na realidade uma redescoberta. O outro, Holoaden suarezi, homenageia o autor da descoberta.
Veja a matéria aqui.
Foi laureado pelo Prêmio Mário Covas, em maio de 2014, na categoria Inovação e Gestão Estadual, por seu trabalho “Iniciativa de Gestão Participativa da Estação Ecológica de Bananal” pela “integração social, responsabilidade ambiental e maior eficiência na proteção de UC na Serra do Mar".
Beto seguiu a trajetória e a escola da conservação ambiental, trabalhou muito, cumpriu sua missão e agora merece descansar em paz. BOM DESCANSO!
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| José Roberto Alves Suarez - o BETO |
terça-feira, 17 de maio de 2016
Falecimento do companheiro Joaquim Justino, o JJ do PETAR
Com tristeza no coração noticiamos o falecimento do companheiro, trabalhador, funcionário, espeleólogo e guarda-parque Joaquim Justino dos Santos, mais conhecido por JJ, 77 anos- integrante da equipe do PETAR, Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira.
Para nosso orgulho integrou o CRF, sendo conselheiro eleito por seus pares na região do Vale do Ribeira, além de delegado sindical por várias oportunidades. Esteve sempre presente nas lutas por melhores salários, melhores condições de trabalho, plano de carreira, enfim, mais dignidade e reconhecimento aos funcionários da carreira que trabalham pela conservação ambiental.
Exemplo profissional e referência para muitos, era respeitado e admirado por espeleólogos, pesquisadores, educadores e educandos, visitantes e especialmente pelas comunidades tradicionais e seus colegas de trabalho.
O caboclo do mato JJ era integrante de comunidade tradicional no bairro da Serra, guarda-parque de corpo e alma, matuto com sensibilidade aguçada, conhecia profundamente a superfície e as cavernas da região do PETAR. Por ali andou ‘especulando e fuçando todos os cantos e buracos’, que acabou por originar descobertas incríveis, posteriormente registradas por pesquisadores e pela ciência.
Defendia a natureza, sua cultura e sua gente, além da terra onde nasceu- no município de Iporanga. Escreveu o livro. "Memórias de JJ, um caboclo espeleólogo"contando de suas andanças pelos caminhos e subterrâneos do sertão afora.
Este ser humano foi um guarda-parque na concepção da palavra, um ícone de nosso tempo, com profundo conhecimento e um sentimento de pertencimento que está ficando raro encontrar.
Esta foto ao lado tem um simbolismo muito forte de trabalho, amizade e companheirismo. Em uma das muitas homenagens que recebeu, com seu eteno companheiro de trabalho Vandir, e seu filho Junior, atrás, em pé- juntamente com o filho de JJ, o Jura.
A Mata Atlântica ficou triste, um de seus guardiões foi embora. O pássaro JJ voou para cantar e descobrir um novo lugar, mas um coral de sabiás cantará em sua homenagem para sempre no PETAR.
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| Em 1986, primeiro da direita para esquerda, com seus companheiros de trabalho no bairro da Serra. Foto Mauricio Marinho |
Para nosso orgulho integrou o CRF, sendo conselheiro eleito por seus pares na região do Vale do Ribeira, além de delegado sindical por várias oportunidades. Esteve sempre presente nas lutas por melhores salários, melhores condições de trabalho, plano de carreira, enfim, mais dignidade e reconhecimento aos funcionários da carreira que trabalham pela conservação ambiental.
Exemplo profissional e referência para muitos, era respeitado e admirado por espeleólogos, pesquisadores, educadores e educandos, visitantes e especialmente pelas comunidades tradicionais e seus colegas de trabalho.
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| 1990, direita para esquerda; JJ, Mauricio Marinho, Mauricio Grego e Xisto. Arquivo Mauricio Marinho |
O caboclo do mato JJ era integrante de comunidade tradicional no bairro da Serra, guarda-parque de corpo e alma, matuto com sensibilidade aguçada, conhecia profundamente a superfície e as cavernas da região do PETAR. Por ali andou ‘especulando e fuçando todos os cantos e buracos’, que acabou por originar descobertas incríveis, posteriormente registradas por pesquisadores e pela ciência.
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| Em 1994, em pé á esquerda, com integrantes do Grupo Pierre Martin de Espeleologia- Arquivo Mauricio Marinho |
Defendia a natureza, sua cultura e sua gente, além da terra onde nasceu- no município de Iporanga. Escreveu o livro. "Memórias de JJ, um caboclo espeleólogo"contando de suas andanças pelos caminhos e subterrâneos do sertão afora.
Este ser humano foi um guarda-parque na concepção da palavra, um ícone de nosso tempo, com profundo conhecimento e um sentimento de pertencimento que está ficando raro encontrar.
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| Foto Mauricio Marinho |
A Mata Atlântica ficou triste, um de seus guardiões foi embora. O pássaro JJ voou para cantar e descobrir um novo lugar, mas um coral de sabiás cantará em sua homenagem para sempre no PETAR.
sábado, 6 de junho de 2015
A conservação da natureza e do conhecimento humano - Viva o ambiente inteiro!
O CRF comemora a atual Semana do Meio
Ambiente prestando uma homenagem ao ser humano, tão importante na conservação da natureza de nossas Unidades de Conservação, mas pouco reconhecido e
desvalorizado por nossa instituição.
O presente homenageado, cuja atuação profissional
e saberes sobrepujam muitos diplomas e diplomados, foi durante
muito tempo um funcionário dedicado e amante da natureza. Infelizmente, apesar de toda a determinação e afinco na execução cotidiana de seu trabalho, "Seo Júlio" faleceu e, assim como outros que passaram pela instituição, não pode ver implantada uma política real de valorização e reconhecimento daqueles que permitem, através de seu suor e doação diárias, o funcionamento da Fundação Florestal: seus funcionários. Que os presentes na instituição possam, em nome próprio, bem como daqueles que passaram por nossa casa, mudar este quadro, vendo a implantação de algumas medidas básicas, mas estruturantes - como um Plano
de Cargos e Salários, um Piso Salarial decente e a contratação de novos funcionários por concurso público -, serem concretizadas.
Obrigado Júlio Teixeira – O pássaro alçou vôo para o céu e o livro
fechou sua página
Nascido em 26 de setembro de 1931,
com 81 primaveras e muitas flores cultivadas ao longo de sua nobre vida, faleceu,
em 26 de outubro de 2013, o senhor Júlio
Teixeira, mais conhecido por "Seo Júlio". Verdadeiro livro aberto, "Seo Júlio" foi funcionário da
Fundação Florestal e do viveiro de mudas do Instituto Florestal, situado no
Horto Florestal, zona norte da capital paulista.
Desde 1949 trabalhando no setor florestal,
por suas mãos foram semeados e plantados jacarandás, juçaras, ipês, jequitibás,
canelas, jatobás e tantas outras espécies que foram povoando a capital
metropolitana e cidades interioranas - no
que ainda resta de sertão e rincões por esse estado de São Paulo adentro.
Por suas mãos, alguns de nós tomaram
um chazinho para melhorar a saúde e promover a cura da doença, pois ele detinha
sabedoria na identificação, cultivo, preparação e utilização adequada das plantas
e ervas medicinais. E é nestes chás que encontramos de
forma mais singela e pura seu conhecimento tradicional, trazido na memória viva
como herança da cultura caipira herdada de seus antepassados.
O pequeno “Grande Homem”,
“mateiro e matuto”, foi um livro aberto que transpirava vida e conhecimento,
através das palavras e ensinamentos, que ajudou na formação prática, mas também
teórica, de técnicos, biólogos, engenheiros florestais, agrônomos e tantos
outros profissionais que trabalham ou atuam na área ambiental.
Um dia disse que aprendeu
muito com os engenheiros, mas as plantas e a terra lhe diziam mais.
Seu falecimento, durante a primavera, foi uma perda irreparável para sua família, para os funcionários
do Instituto e da Fundação Florestal, mas, principalmente, para toda a sociedade, que hoje tanto carece de exemplos como esses, que aspiram e possibilitam o bom casamento entre a natureza e a sociedade humana.
Sem dúvida, este personagem que
fez história merece da sociedade uma infinita e sonora salva de palmas,
acompanhada de um coral de muitas aves, que são, sem dúvida, gratas por todas as
árvores que o pequeno “Grande Homem” plantou no chão do planeta terra.
"Seo" Júlio, o pássaro, alçou vôo
para o céu e o livro ...
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Homenagem ao funcionário Ivaldo Braz
| Funcionários homenageiam Ivaldo |
Após quase 10 anos de atuação intensa frente à assessoria técnica da Fundação Florestal, Ivaldo está retornando à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, sua origem de trabalho.
Reconhecido por sua dedicação, empenho e paixão visceral pelo trabalho, Ivaldo atuou em temas como comunidades tradicionais, conselhos gestores, contribuindo para a consolidação da gestão participativa das UCs.
Toda a intensidade e energia dedicadas aos diversos trabalhos em que atuou - marcos de sua atuação profissional e pessoal - serão sempre ovacionados e servirão de estímulo para os funcionários que permanecem na FF (e de exemplo para todos do sistema de Meio Ambiente).
Confira no link a seguir a Carta elaborada pelos funcionários:
https://drive.google.com/file/d/0B_qsXZIGo8u_cFg0aG04cG05WkU/view?usp=sharing
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